terça-feira, 23 de setembro de 2008

Semente...

SEMENTE...


No ardor dos corpos flamejantes

fundiu-se no solstício a semente

dos dias difíceis e distantes.

Enfunaram-se as velas da bonança,

cresceram nos campos girassóis,

transbordaram os rios de esperança

reluzindo como brilho de mil sóis.

Em Setembro suspirou e deu o fruto

que o calor do tempo tornou maduro

e dele um dia desabrochou

aquele coração que é o mais puro.

3 comentários:

Prof. Cipriano Algor disse...

Bonito, muito bonito mesmo !!!

Maria Fernanda disse...

Sempre a surpreender-nos este "arrumadores"...

Prof. António disse...

Magnífico.

Parabéns ao(à) autor(a)