quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O Halloween na nossa Escola... (I)


(Clica sobre a palavra)

Como já vem sendo habitual, festejámos, hoje, na nossa escola, o Halloween.

Uma magnífica exposição de abóboras, criativamente decoradas, fez a delícia de pequenos e crescidos. O júri, a quem coube a árdua tarefa de "eleger" as três abóboras mais originais, acabou por seleccionar cinco, com uma pena imensa de não poder atribuir a todas elas um merecido 1º lugar.

Durante a manhã, oito alunos de 7º ano, vestidos "a rigor" visitaram algumas salas (onde estavam a decorrer aulas de Inglês) e fizeram uma brilhante recriação do tradicional “Trick or Treat”. Um momento inesquecível para os "visitados" que ficaram estupefactos com tão "aterradora" visita.

Durante os dois intervalos da manhã, um grupo de alunas de 8º ano executou, no polivalente, uma dança cheia de magia.

Alunos participantes e professores de Inglês (mais especificamente os dinamizadores desta Actividade) estão de parabéns.
São iniciativas como esta que permanecerão para sempre, gravadas de forma indelével, na memória dos nossos alunos.

Na próxima 2ª feira, o Clube de Língua Portuguesa promete publicar, aqui, alguns registos fotográficos deste evento.

Em dia de Halloween... uma "Feiticeira" linda...



(ligar o som)

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

O Essencial é Invisível para os Olhos...

Onde pára o amor?

Encontramos o amor,
Sempre que estamos perto da pessoa que amamos,
Sempre que sentimos aquele arrepio na espinha.
Esperar pelo amor verdadeiro pode demorar muito, mas
Nunca é tarde para o encontrar. O
Coração que procura amor é
Incansável. Mas
Algures, seja
Longe ou perto, ele o encontrará.

É Amor!

Inveja,
Não é um sentimento
Vulgar no amor.
Insegurança, leva a que o
Sentimento amoroso acabe.
Importância e
Verdade
Estão nele.
Logo amar é bom.

Porque o
Amor verdadeiro é para o
Resto da vida e não para
Algumas horas.

O amor é um sentimento que nos faz
Sentir felizes mas também tristes.

Oportunidade,
Lealdade,
Harmonia,
Orgulho,
São coisas de um amor verdadeiro.

Liliana, nº16, 9ºC

Perspectivas...


Impressão Digital

Os meus olhos são uns olhos
E é com esses olhos uns
Que eu vejo no mundo escolhos
Onde outros, com outros olhos,
Não vêem escolhos nenhuns.

Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores
Uns outros descobrem cores
Do mais formoso matiz.

Nas ruas ou nas estradas
Onde passa tanta gente
Uns vêem pedras pisadas,
Mas outros gnomos e fadas
Num halo resplandecente.

Inútil seguir vizinhos,
Querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.

Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.

António Gedeão

domingo, 28 de outubro de 2007

A Propósito da Alteração da Hora...

Poema da minha esperança

Que bom ter o relógio adiantado!...
A gente assim, por saber
que tem sempre tempo a mais,
não se rala nem se apressa.

O meu sorriso de troça,
Amigos!,
quando vejo o meu relógio
com três quartos de hora a mais!...

Tic-tac... Tic-tac...
(Lá pensa ele
que é já o fim dos meus dias.)

Tic-tac...
(Como eu rio, cá p'ra dentro,
de esta coisa divertida:
ele a julgar que é já o resto
e eu a saber que tenho sempre mais
três quartos de hora de vida.)

Sebastião da Gama

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Uma Rosa... Simplesmente...

Hoje roubei todas as rosas dos jardins
e cheguei ao pé de ti de mãos vazias.

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Outuno...

Outono

Tarde pintada
Por não sei que pintor.
Nunca vi tanta cor
Tão colorida!
Se é de morte ou de vida,
Não é comigo.
Eu, simplesmente, digo
Que há fantasia
Neste dia,
Que o mundo me parece
Vestido por ciganas adivinhas,
E que gosto de o ver, e me apetece
Ter folhas, como as vinhas.

Miguel Torga

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Hoje é o Dia das Nações Unidas

Meninos de todas as cores

Era uma vez um menino branco chamado Miguel que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:

É bom ser branco
porque é branco o açúcar, tão doce,
porque é branco o leite, tão saboroso,
porque é branca a neve, tão linda.

Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos eram amarelos. Arranjou uma amiga chamada Flor de Lótus que, como todos os meninos amarelos, dizia:

É bom ser amarelo
porque é amarelo o Sol
e amarelo o girassol
mais a areia da praia.

O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos. Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba que, como os outros meninos pretos, dizia:

É bom ser preto
como a noite
preto como as azeitonas
preto como as estradas que nos levam para
toda a parte.

O menino branco entrou depois num avião que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos.
Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:

É bom ser vermelho
da cor das fogueiras
da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.

O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Babá que dizia:

É bom ser castanho
como a terra do chão
os troncos das árvores
é tão bom ser castanho como um chocolate.

Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:

É bom ser branco como o açúcar
amarelo como o Sol
preto como as estradas
vermelho como as fogueiras
castanho da cor do chocolate.

Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam, em folhas brancas, desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.

Luísa Ducla Soares

O Essencial é Invisível para os Olhos...

Observo as estrelas


Encontro nelas uma paz

Sento-me a pensar na vida

Sempre a olhar para as estrelas

Estrelas que brilham suavemente

No meu coração entra uma brisa de felicidade

Consigo senti-la

Invisível é aquilo que estou a sentir

Algo me tranquiliza

Longe está o meu pensamento.



É a vida que me ocupa o pensamento.



Incrível é o sentimento

Ninguém o consegue ver

Visível para o coração

Invisível para os olhos

Sentimento que gosto de sentir

Independente me sinto, é como

Velejar pelo oceano e

Encontar nele uma ilha deserta

Longe de tudo e todos.



Passageiro é o que sinto

Algo que começa

Reencontra-se a felicidade

Alcança-se um sentimento bom



Olhando para as estrelas

Sentimento que não dura sempre


O sentimento que acaba por desaparecer

Longe não o quero ter

Há sempre em mim o desejo de o sentir

Olho para as estrelas

Sempre que precise de o sentir novamente.


Jéssica Pinheiro, nº8, 9ºC

O Essencial é Invisível para os Olhos...

O Amor...

O amor é indispensável.

Encontrando essa pessoa,
Só por um instante,
Só por uma paixão.
Escrevendo sentimentos,
Naquele lugar encantador.
Como ser indiferente,
Indiferente a esse sentimento.
Amor é isso...
Laços que se vão criando.

É a vontade de ser feliz.

Importante é só o que sinto
Nesse momento em que te vejo.
Ver-te nesse horizonte
Interiorizando esse amor...
Será impossível,
Impossível estar longe de ti,
Viver sem ti.
Estando contigo
Leio o teu olhar e sei o quanto me amas.

Para te conhecer bastou um minuto,
Amar-te bastou um dia,
Roubaste o meu coração,
Agora, para te esquecer, vai levar uma vida.

Olhos nos olhos, eu te digo:
Sempre te amei e sempre te vou amar.

O amor que eu por ti sinto
Liberta felicidade
Hoje e para todo o sempre.
O passado já não importa
Só o futuro, só para estar contigo...

Juliana Patrícia, nº:15, 9ºC

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Para os mais "pequeninos"...

O Ninho

Junto à porta de casa, tenho um loureiro,
Plantado, num vaso, pelo jardineiro.
Numa linda manhã, ao acordar,
Pareceu-me ouvir o loureiro cantar!

Desci as escadas, em correria fantástica
E espreitei a folhagem verde e aromática.
Visão divinal de infinito carinho:
Um ninho pequeno com um passarinho...

Nunca vira tão perto tamanha beleza.
Agradeci, comovida, à Mãe Natureza.
Para ter os seus ovos cor de marfim,
O passarinho escolhera o meu jardim.

O tempo passou e os “bebés” nasceram,
Entre as verdes folhas que os esconderam.
Cresceram, felizes, em paz e harmonia.
Com a mãe zelosa que os protegia.

Voavam hesitantes e ao ninho voltavam.
E sua felicidade, docemente, cantavam.
Numa linda manhã, não ouvi um pio.
Espreitei o ninho: estava triste, vazio...

Agora, quando, feliz, atravesso o portão,
Olho o ninho com infinita emoção.
E sorrindo, recordo, tão embevecida:
Aqui houve Amor, houve Paz, houve Vida.
Profª Mª João Marques

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A Chave

A Chave

Uma Chave eu vi
Com ela Abri
A Porta do céu
Onde a lua Bailava

As nuvens feitas de Algodão
O seu núcleo de penas
Onde a Vida é a rainha
E a chave do meu coração

Eu vejo o céu
Cor de Água
Onde eu bailava
Sem nunca parar

A minha Chave
É cor de Prata
Cor de nuvens
Cor de Arco-Íris

Agora Percebi
Que a Vida é a Rainha
Que a Água é apenas prata
Como esta nuvem é apenas minha.

Catarina, nº5, 7ºB

domingo, 21 de outubro de 2007

Relexão sobre a Educação...

Um professor influi para a eternidade; nunca se pode dizer até onde vai a sua influência.
(Henry B. Adams)

A educação é aquilo que permanece depois de esquecermos tudo o que nos foi ensinado.
(Halifax)

Educai as crianças e não será preciso castigar os homens.
(Pitágoras)

Corrigir, ajuda; encorajar, ajuda ainda mais.
(Goethe)

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Escrever um Poema...

Escrever um Poema

Uma poesia
Um poema
Inspiração
E um tema

Ponho o tema
E o subtema
Numa gaveta fechada
Com o poema

Deixo um pouco
Mais de espaço
E escrevo mais
Muito mais...
Um pedaço!

Depois vou rever
Mais um pouquinho
Corrijo os erros
E escrevo
No meu livrinho

Com muito cuidado
As páginas vou ler
Tratar bem dele
E outro livro escrever

Cláudia, Cátia e Ana - 5ºJ

Amizade

Amizade

Amizade
Uma palavra apanhada
Vinda do mar do meu pensamento
Afogada nas mágoas
Pintada de dor
Reapareceu

Ficou novamente alegre
Afastando o ódio
Adoentando a inveja
Matando a solidão
Fazendo renascer a
Amizade

Sofia Castro, 7ºB, nº26

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Retratos com "alma"

É das pessoas mais humildes, mais simples, que tenho recebido as dádivas mais "valiosas". Generosamente, sem esperarem nada em troca, têm-me dado amizade, carinho, ternura... e um ombro para chorar. É a algumas delas que dedicarei alguns dos meus próximos textos. Não publicarei os retratos com os seus rostos porque o que de mais belo têm são as suas "almas".

Olinda

Os cabelos curtos de tom escuro emolduram um rosto de tez clara e mimosa onde o tempo ainda não deixou as marcas da sua passagem. Não necessita de artefactos para realçar o seu encanto natural. Os seus olhos castanhos iluminam-se e a sua boca abre-se num sorriso espontâneo, terno, quase pueril, quando fala das “suas meninas” ou sempre que evoca as recordações de um passado longínquo e feliz.
Sincera, amiga, quase irmã, mantém a pureza de sentimentos das pessoas humildes criadas no campo e que a vida citadina não conseguiu corromper. Abomina a mentira e a hipocrisia. A palavra “egoísmo” não faz parte do seu vocabulário. Parte e reparte o pouco que tem. A sua ambição confina-se a um tecto, a uma porta que faça fronteira com a natureza e a um pedaço de terra onde possa semear e colher as plantas que trata por tu...
Enfrenta a vida com coragem e determinação. O trabalho não a amedronta. Enquanto tiver saúde para se mover e a ajuda de Deus, o futuro não será pior do que o presente.
Nos momentos de desalento sonha... sonha com a sua infância no campo, entre plantas e flores. Sonha com a sua adolescência, com os amigos e com as canções que cantava no coro paroquial. As cores, os perfumes e os sons do passado são salpicos de felicidade na sua vivência presente.
Olinda... ou o seu nome era um presságio da pessoa que viria a ser ou esta mulher encantadora teima em fazer jus ao nome que lhe foi dado...

Profª Maria João Marques

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Hoje é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

O Bicho


Vi ontem um bicho

Na imundície do pátio

Catando comida entre os detritos.


Quando achava alguma coisa,

Não examinava nem cheirava:

Engolia com voracidade.


O bicho não era um cão,

Não era um gato,

Não era um rato.


O bicho, meu Deus, era um homem.


Manuel Bandeira (poeta brasileiro)

A Tristeza do Meu Pensamento

A TRISTEZA DO MEU PENSAMENTO

Nas mágoas da minha tristeza,
escurecem as águas limpídas
com lágrimas de pranto,
que fazem as minhas sinfonias.
Nas redes de pescador,
que coseste com as minhas linhas,
com as folhas secas de Outono,
em que escreves maldade
e eu que contigo,
reviro a verdade.
A verdade,
que não queres reconhecer,
porque de triste já basta o pensamento
de sofrer!

Joana, 7ºB, nº12

terça-feira, 16 de outubro de 2007

O Sonho...

O SONHO

Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

-Partimos. Vamos. Somos.

Sebastião da Gama

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Para o Rui que, hoje, faz dez aninhos :-)

Parabéns, Rui! Como não te ofereci nenhum presente, aqui te deixo um "Brinquedo" de que gosto muito. Espero que gostes também. Um beijinho da tua professora de Língua Portuguesa.

Brinquedo

Foi um sonho que tive:
Era uma grande estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.

O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo, azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.

Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.

Miguel Torga

sábado, 13 de outubro de 2007

A Folha

A folha

Brinquei com uma folha
Inspirei-me para a escrita.
Bailei com a tinta,
Lancei um poema.
Ilibei a imaginação,
Organizei o meu coração,
Tranquei-o a sete chaves.
Evaporei o que me entristecia.
Construí este poema,
Amei a folha com que brinquei.

Inês Campos, 7ºB, Nº10

O Desabafo

O desabafo

Estava triste
Não sabia o que fazer.
Tinha vontade de chorar
Apetecia-me voar,
Ouvir a voz do coração.

Tentava desabafar
Enchia-me de tristeza,
Rodeava-me de solidão
Ouvia a voz do meu perdão.

Dançando na escuridão
Falava com a minha alma.
Ela dizia-me com ternura:
Ouve a voz da iluminação.

Inês Campos, 7º B, Nº 10

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

21 de Março - Dia da Poesia

Ser Poeta

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e cetim…
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Florbela Espanca

Ser Poeta - Trovante
Palavras

mil palavras,
mil poemas,
escritos e dedicados.
para ti professora
tudo é pouco,
destes alunos por ti amados.

professora,professora
este poema é para ti.
professora,professora
porque vais estar sempre conosco.

Cátia Vanessa
5º J

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O Meu Herói

O Meu Herói

Na minha cabeça tenho um herói,
Um herói que nunca existiu,
Nem nunca existirá…
Um herói imaginário, espelho da realidade,
É uma menina chamada Mariana, sem músculos nenhuns,
Sem força,
Sem fãs (excepto eu!),
Sem amigos (excepto eu!),
Sem família,
Sem nada,
Apenas com duas coisas,
As mais importantes do Mundo,
Grande força de viver e…
GRANDE CORAÇÃO!
É uma menina doente…
Em risco de vida,
Que, pela sua força de viver,
E pelo seu grande coração,
Já merecia viver…
Agora, neste momento,
Está na minha cabeça,
A brincar comigo,
A tentar esquecer a doença,
E é isto que, para mim, é um herói:
Ser amigo, ter coragem e enfrentar os problemas…
Esta é a minha GRANDE HEROÍNA !


Beatriz Rebelo 9ºA nº5

O Meu Herói

O Meu Herói

O meu herói é um pombo. Um pombo que leva a paz o todo o mundo, de continente em continente, de país em país, de cidade em cidade, atravessando todos os oceanos e mares.
O seu objectivo é acabar com a guerra, com a fome, com discriminação, com a corrupção, com a miséria, com a poluição e estabelecer a felicidade nos quatro cantos do nosso planeta. Ele alimenta os esfomeados em África, retira as balas de dentro das armas durante as guerras, faz com que toda a gente comece a reciclar e a não atirar lixo para o chão, ensina os analfabetos a ler e a fazer contas matemáticas, mas mais importante que tudo antes mencionado, faz com que todas as pessoas existentes à face da Terra se entre ajudem para estabelecer o bem comum.
Ao nascer, a este meu herói lhe foi concedido este dom de conseguir ajudar toda a gente de uma forma inexplicável. É um pombo fora do comum no seu aspecto, pois as suas penas são mais escuras que o normal devido a toda a infelicidade a que já assistiu, o seu bico é dourado, os seus olhos verdes e as suas patas amarelas.
Este pombo é o meu herói, pois é o salvador da Terra e tenho a esperança que um dia mundo seja mesmo salvo por este meu pequeno amigo.

Miguel Maia
Nº 22
9ºA

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Para o Hélder, um Abraço cheio de Ternura...

Meu querido Hélder, apesar de já termos conversado bastante sobre a dor que, hoje, estás a sentir, não quis deixar de tornar público o meu Abraço de ternura.

E não te esqueças... Enquanto recordares os teus mortos, eles continuarão vivos. Lembra-te de que o que existe para lá da morte é um mistério e sempre será. Assim, a maior alegria que poderás dar ao teu pai será deixá-lo ver o "seu menino" com o coração limpo de amargura.
Vive a vida e não te fixes na morte. Chora toda a mágoa que te aperta o peito mas, depois, volta a sorrir. Nós, teus professores e colegas, precisamos do teu sorriso.

A tua Professora de Língua Portuguesa

domingo, 7 de outubro de 2007

Palavras...

PALAVRAS

Com palavras sei dizer

O que nem palavras tem

Com palavras digo Lua

Digo leite e digo mãe.


Com palavras digo mais

Muito mais alto melhor

Digo adeus a quem se vai

Digo amor ao meu amor.


Com palavras ponho um nome

Neste estranho gosto a mar

Que já trago há tanto tempo

No meu peito a transbordar.


Com palavras sussurradas

Ou pintadas num papel

Faço festas acarinho

Quem não tem nem pão nem mel.


Com palavras a galope

No rodar de uma canção

De repente sou cavalo

Flor vermelha, rio, vulcão.


Com palavras tenho asas

Que me levam a voar

Com palavras vou tão longe

Quanto o sonho me levar.


José Fanha

"A Noite em que a noite não chegou"